16/08/08
Antoine
Albeau tri-campeão Mundial de Slalom
Já
vem se tornando rotina. O francês Antoine Albeau conquistou por
antecipação o terceiro título consecutivo do circuito
mundial de Slalom da PWA. Desde que assinou com a Starboard, Albeau
venceu todos os mundiais de Slalom disputados (antes disso nunca havia
conseguido um título).

Antoine
Albeau: tri-campeão do mundo de Slalom
A única
coisa que fugiu um pouco do comum foi que ele terminou a etapa dessa
semana, disputada na Turquia, em segundo lugar e não disparado
em primeiro. Quem derramou água no chopp do francês foi
outra figura carimbada do windsurf de competição, o 13
vezes campeão do mundo Bjorn Dunkerbeck.
Bjorn,
que não vencia desde 2005, que não é patrocinado
pela Starboard, resolveu se inscrever nesta etapa com as iSonic 133
e 111 e voltou às pazes com a vitória. Bjorn agora ocupa
o segundo lugar no ranking mundial, que será decidido no final
de setembro em Sylt, Alemanha. Kevin Pritchard será seu concorrente
direto na disputa pela segunda posição.

Bjorn Dunckerbek: caiu com a iSonic e quebrou
o jejum de 3 anos sem vitória!
Dois brasileiros
estiveram na raia na Turquia. Gabriel Browne vem ganhando mais experiência
e chegou a vencer bateria. Terminou em 23o. Matias Pinheiro também
participou, classificando-se em 35o lugar.

Pritchard chegou a liderar a etapa, mas perdeu
posições nos dois últimos dias
13/08/08
Fim
de semana de wind pelo Brasil!!!
Slalom
no Ceará, Formula em Campos e Wave em Imbituba. Toda a versatilidade
do esporte em três eventos que ocorrem simultaneamente no próximo
fim de semana.
Na praia
de Cumbuco os velejadores cearenses participam da 2a Etapa do Campeonato
Estadual de Slalom. As informações estão todas
aqui na vela da jangada:

Em
Campos dos Goitacazes, Rio de Janeiro, acontece a 2a Etapa do Circuito
Fluminense de Formula nas modalidades FW e FE. O Yatch Club Lagoa de
Cima sedia mais uma vez uma regata de wind e já é tradiçao
em Campos encontrar bons ventos e hospitalidade dos anfitriões.

E
em Imbituba a outra ACW (Associação Catarinense de Windsurf)
promove a 1a Etapa do Circuito Estadual de Windsurf Wave, com a presença
do Campeão Mundial Kauli Seadi. Abaixo o cartaz do evento.

Na
segunda-feira volte aqui no site para ver como foram estes campeonatos!!
08/08/08
Planchemag
testa Apollo
"A
sensação é incrível. É alucinante
- não tem vento mas você continua deslizando a toda velocidade!
Por uma hora ou perto disso você esteve velejando entre 13 e 18
nós de velocidade no GPS com menos de 10 nós de vento.
Nenhum barulho, nenhum stress, é uma dimensão totalmente
diferente para o windsurf. A Apollo garante que você vai velejar
todo dia com o vento termal do seu local". Planchemag, França

Marcello
Morrone com a Apollo: pouquíssimo vento, planando sempre!
04/08/08
Europeu
de FW alucinante
Mais de
130 velejadores inscritos e 13 regatas disputadas em Leba, na Polônia,
fizeram do Europeu 2008 um campeonato para ficar na memória.
O brasileiro
Wilhelm Schurmann conquistou lá o tri-campeonato Europeu na categoria
leve, finalizando com quase metade dos pontos do segundo colocado. Schurmann
terminou em nono lugar geral. Sem dúvida um excelente campeonato
para o brasileiro. O outro representante do Brasil na Polônia
foi Paulão dos Reis, que teve altos e baixos na competição
e terminou em 27o. Paulão é o atual quinto colocado no
Mundial e em 2008 começou a se dedicar também às
competições de slalom. O foco agora é defender
ou mesmo melhorar sua posição no Mundial, que vai acontecer
no mês de setembro emPortimão, Portugal, onde os brasileiros
costumam obter bons resultados.

Wilhelm Schurmann, tri-campeão europeu
leve de FW
O título
geral do Europeu foi concorridíssimo até a última
regata válida. O favorito ao título, Gonzalo Hoevel, que
havia vencido todas as etapas de Gran Prix este ano e, não conseguiu
manter o desempenho com a prancha nova e terminou em quinto lugar.
A disputa
ficou forte mesmo entre os três primeiros colocados. Apenas 1
ponto separou o primeiro colocado, Steve Allen, do terceiro, Jesper
Vesterstrom. Ross Williams foi o vice campeão com os mesmos 22
pontos perdidos pelo australiano Steve. O desempate veio a favor de
Allen em virtude dele ter tido melhor desempenho geral, descartando
menos pontos entre os seus piores resultados.

Steve Allen, campeão
europeu 2008
A polonesa
Marta Hlavaty venceu entre as mulheres.
24/07/08
Brasileiro
de FE
A contagem
regressiva para o III Campeonato Brasileiro de Formula Experience já
começou. O campeonato acontece de 26 a 28 de setembro e a sede
escolhida através da Assembléia da Classe é a cidade
de Maceió.
A organização
técnica da competição ficará sob a responsabilidade
de Ricardo Munhoz, de São Paulo, que já estve no local
para vistoriar e iniciar os trabalhos fora d´água. Ricardo
nos cedeu uma entrevista onde conta quais são suas expectativas
para o III Brasileiro de FE:
Ricardo,
quais as suas expectativas para o III Brasileiro de FE?
A minha expectativa é muito grande pelo desafio de retornar à
organização de um evento tão importante após
vários anos de dedicação exclusiva ao meu clube
em São Paulo.
Um dos pontos mais relevantes desse evento é a possibilidade
da flotilha de Maceió ser ampliada consideravelmente após
a realização do Campeonato Brasileiro. A idéia
é interagir com o público alvo de Maceió, abrindo
o evento para o maior número de interessados possível.
Pretendemos fazer uma promoção local, oferecendo “batismos”
de Windsurf para os visitantes cadastrados em pontos de concentração
de potenciais iniciantes. Acho que a principal “missão”
dos Campeonatos Brasileiros de FE deveria ser essa.
Você
está acostumado a organizar eventos de Windsurf há mais
de uma década. O que mudou no esporte, em termos de competição,
de 1990 para 2008?
Infelizmente, a realidade nas competições de vela em todo
o mundo é bem diferente do que ocorria há 15 anos. A quantidade
de competidores deu lugar à qualidade dos atletas. O esporte
se profissionalizou e isso afastou um pouco os “amadores”.
Naquela época, nem imaginaríamos que em 2008 teríamos
Brasileiros como os melhores velejadores do mundo na maioria das classes
do windsurf. Sem dúvida, estamos no melhor momento do Windsurf
Nacional.
Agora, o principal objetivo é resgatar os velejadores que estão
afastados e criar a mentalidade da regata como uma ferramenta de desenvolvimento
para os novos alunos que se formam nas escolinhas de windsurf de todo
País.
Sem dúvida, a FE tem um papel fundamental nessa nova fase das
competições.
Maceió
já sediou eventos importantes no passado também. O que
esperar da raia da Pajuçara em 2008?
Realmente Maceió foi esquecida pelos organizadores do Windsurf.
O inesquecível Hollywood Vela tinha uma das suas etapas nesse
local. Sergio e Taciana Gama, nomes importantes da vela nacional, representaram
muito bem o estado na Classe HC 16.
Hoje, treinam regularmente em Pajuçara com suas FE se preparando
para o próximo brasileiro.
Como disse ao Wagner Rossi, realizador do evento em Maceió, a
raia da Pajuçara é uma arena para regata de Formula. Água
lisa e ventos moderados transformam o local em um dos melhores pontos
para prática da Fórmula Windsurf no País.
Além da facilidade na condução do equipamento,
outro fator importantíssimo são as condições
excepcionais de segurança que a raia oferece pela proximidade
da praia, além do “abrigo” natural da barreira de
coral que praticamente protege toda a raia.
Os velejadores de FE não poderiam ter local melhor para desenvolver
suas habilidades.
A
FE é uma classe formadora de velejadores para a FW e, por ser
mais acessível, o equipamento tornou-se uma ótima opção
para os velejadores de fim de semana e iniciantes. Teremos 3 eventos
importantes na sequência: Brasileiro em Maceió, Pan Americano
em Vitória e Mundial no Peru. Na sua opinião, como atrair
os iniciantes e os velejadores de fim de semana para a raia nestes eventos?
Um enorme passo já foi dado com a redução dos custos
do equipamento, proibição do uso de rigs sofisticados,
além do uso da mesma prancha (muito resistente) durante 4 anos.
Na minha opinião, essas regatas tem que ser uma grande festa
para velejadores e acompanhantes, poucos dias de duração
para “caber” na agenda difícil da maioria dos mortais
e reduzir custos de hospedagem e alimentação, muita estrutura
de suporte na água para dar segurança aos iniciantes,
com regatas bem didáticas (dentro e fora da água) para
facilitar o entendimento dos novos e motivá-los a outras participações.
Outra questão importante, principalmente para os “iniciantes”
é a logística que envolve o transporte do equipamento.
A maioria não imagina que é possível embarcar com
seu equipamento nas empresas aéreas como bagagem. Quando são
informados da possibilidade, desanimam em função dos custos
do excesso de bagagem. Esse é um dos pontos que iremos priorizar
no Brasileiro em Maceió.
Espero trazer boas notícias em breve!
Abraços a todos e até Maceió.

Raia
do Brasileiro de FE 2008: clique na foto para acessar o site oficial
do campeonato www.windsurfmaceio.com.br
10/07/08
Copa
Upwind agita as águas cariocas
A IV edição
da Copa Upwind de Windsurf ocorreu nos dias 05 e 06 de julho em Araruama.
O evento foi válido para o Circuito Fluminense e teve 6 baterias
para a categoria Start e outras 4 regatas homologadas para as classes
FW e FE.
Leonardo Rebello
terminou em primeiro na FW, seguido por Pedro São Tiago e Igor
Ferreira. Henrique Elizeu faturou na Formula Experience, superando Uillis
Batista e João Costa.
Na Start, Victor
Lopes foi o melhor entre os homens e Aline Louzada venceu no feminino.
Vídeos do
evento:
09/07/08
Gator
7.5 é a mais rápida em SC
O velejador
Alexandre Neves lidera o ranking catarinense de Speed com 32,7 nós
de velocidade. Neves usou na Lagoa da Conceição, em Floripa,
uma iSonic 122 com quilha Drake de produção e a vela Severne
Gator 7.5.
No mesmo
dia Neves conseguiu outra marca interessante, cravando 27,6 nós
a bordo do seu material de Formula Experience.

Neves e seus brinquedos: SUP, FE, iSonic

Reconhecimento no site www.severnesails.com
18/06/08
FWOD
testada...e aprovada!!
"Tive
a oportunidade de testar o equipamento da FWOD (Formula Windsurfing
One Design) na semana passada, em Pattaya, Tailândia.
Foram
3 dias de velejo com ventos variando entre 7 a 22 nós. Isso foi
interessante para testar o material em diversas condições.
Como
já estou familiarizado com alguns componentes da FWOD foi mais
fácil tirar também algumas conclusões sobre as
outras partes do material, novas para mim. A Starboard Formula 162 wood,
prancha adotada para a FWOD é a prancha de Formula mais fácil
de andar rápido que eu já velejei.
A
FWOD vem de fábrica com uma quilha Deboichet Custom R20 70. Todas
as pranchas vão vir com a mesma quilha, obrigatória para
a classe. Eu ainda não tinha andado nas novas Deboichet R20.
A quilha está bem casada com a FW 162 também.
O
rig da FWOD é composto pelo mastro Blue Line, que eu já
conheço bem das velas de FE, uma vela que é a evolução
natural da excelente Severne Overdrive (11.0 para homens e 9.5 para
mulheres), uma extensão idêntica à Severne, também
de altíssima qualidade e com o diferencial de já vir de
fábrica com o cabo Formuline, um pé de mastro também
idêntico ao Severne, um puxão extremamente confortável
e kit-trapézio ajustável.
Sem
dúvida nenhuma, o maior impacto que eu tive foi com a nova retranca
para a classe. Ela é em alumínio, mas é tão
rígida quanto retrancas em carbono.
Montar
a vela FWOD é muito simples e caçá-la adequadamente
também é tranquilo, vai na mão mesmo. A extensão
tem redução 8:1 e o cabo Formuline corre muito suave pelos
moitões. Além disso o mastro recebe um tip para deixar
o rig ainda mais "soft" para aumentar a faixa de vento velejável.
Isso facilita também a montagem.
Velejo:
03/06/08
Wilhelm
vence Baltic Cup Lituânia
O campeonato
na Lituânia serve de aquecimento para a próxima perna do
Grand Prix de FW, que vai de 04 a 07 em Sopot, na Polônia.
Wilhelm
Schurmann venceu 4 das 6 regatas disputadas para ficar com o título
da competição. Matias Pinheiro foi o quarto colocado.
Clique
aqui
para ver os resultados.

Schurmann pronto para mais uma etapa do World
Grand Prix
29/05/08
Neves
com "protótipo" da FWOD
A foto
abaixo, enviada pelo velejador Alexandre Neves, da Camboriú Wind,
foi tirada durante o II Brasileiro de Formula Experience, em 2007.
Esta ocasião,
no início de novembro, marcou também a estréia
em águas brasileiras da Starboard Formula 162. Camboriú
foi a primeira parada do test-drive que rodou o Brasil com as pranchas
Starboard.
Na foto,
Neves com a Starboard Formula 162 e vela Severne Overdrive 11.0. A vela
da foto é uma Overdrive ano 2006. O modelo vem sofrendo refinamentos
desde 2005, quando foi lançada, tanto em performance, como construção
e, claro, visual!

Alexandre Neves "full powered" com
o equipamento que é a cara da Formula One Design
A
vela da foto é uma Overdrive ano 2006. O modelo vem sofrendo
refinamentos desde 2005, quando foi lançada, tanto em performance,
como construção e, claro, visual!

Nova
Severne Overdrive 2008
23/05/08
Paulão
no PWA de Ulsan
Clique
aqui e veja o que ele tem
para contar.

Paulão
na Coréia do Sul: estréia na PWA no outro lado do mundo
12/05/08
Wilhelm
em 4o no GP de Sines
O destaque
brasileiro em Portugal, durante o GP de Sines foi o catarinense Wilhelm
Schurmann. A primeira etapa do GP de Formula Windsurfing teve 11 regatas
válidas e foi dominada pelo argentino Gonzalo Costa Hoevel.
Com cerca
de 20 velejadores efetivamente correndo as regatas (24 inscritos), apenas
4 velejadores venceram regatas e foram estes os 4 primeiros colocados
no geral. Além de Gonzalo, Steve Allen, Jesper Vesterstrom e
Wilhelm Schurmann chegaram na frente em pelo menos uma regata e terminaram
o campeonato nessa sequência. Wilhelm faturou o primeiro lugar
entre os leves (menos de 75 kg).

Schurmann começa muito bem o circuito mundial de FW
Fábio
Melo terminou em 12o e Mathias Pinheiro em 16o.
A única
mulher presente, Alisson Shreeve, da Austrália, aproveitou a
ocasião para correr e divulgar a Formula Windsurfing One Design.
Shreeve com o kit FW One Design
O evento
também teve baterias de slalom. Steve Allen superou Gonzalo e
venceu. O polonês Wojtek Brzozowski terminou em terceiro e novamente
Wilhelm Schurmann foi o quarto melhor.
A próxima
etapa do GP é na Polônia no próximo mês.
14/04/08
Formula
Windsurfing One Design
Informações extraídas do site www.star-board.com
Proposta
de equipamento:
Prancha: Starboard Formula 162 litros
Quilha: Starboard Formula One Designa 70 cm
Velas: Starboard Formula 11m2 para homens e 9.5 para mulheres
Mastros: Starboard Blue Line 540 para homens e 490 cm para mulheres
Retrancas: Starboard Blue Line 270 para homens e 240 para mulheres
Extensão: Starboard Blue Line 35 cm
FORMULA
WINDSURFING
Por
que a Formula Windsurfing?
• O equipamento de Formula Windsurfing equipment, nos últimos
8 anos, permitem aos velejadores planarem e correrem regatas entre 6
e 30 nós
• A Formula representa o windsurf moderno praticado pela maioria
dos velejadores amadores em todo o mundo.
• Como uma classe puramente de pranchas que planam, a Formula
Windsurfing vai trazer um esporte visualmente estimulante para as Olimpíadas.
• As condições de vneto em Weymouth para a época
dos jogos olímpicos se encaixa bem no range de vento da classe
Formula Windsurfing
• A Formula windsurfing tem sido a classe do windsurf mais popular
nos últimos 8 anos.
• Nenhum evento internacional de Formula Windsurfing foi cancelado
desde 2001 por falta de vento.
Quem
está dando suporte para a Formula Windsurfing One Design 2012?
• A International Windsurfing Association, representante das classes
do Windsurf
• A Professional Windsurfing Association (PWA)
• A classe Formula Experience
• A Starboard, a marca de prancha número 1 na indústria
do windsurf.
O
que os velejadores acham?
• Eles querem ver o windsurf planando, o tipo de velejo que a
maioria dos windsurfistas fazem eles próprios refletido nas Olimpíadas.
• Eles querem uma classe com pranchas que planam para fazê-la
importante frente às outras classes do windsurf.
• Eles querem uma classe olímpica que cubra um grupo mais
amplo de biotipos.
• Eles querem uma classe olímpica que seja popular junto
à mídia, ao público que veleja e ao que não
veleja para refletir o prestígio dos Jogos Olímpicos e
suas ambições.
O
que os velejadores amadores (de fim de semana) pensam?
• Eles querem ver o windsurf que plana nas Olimpíadas para
representar o windsurf que eles praticam.
• Eles querem ver seus ídolos no windsurf nas Olimpíadas
e ter o windsurf moderno representado na mídia. Mais de 90% das
pranchas vendidas no mundo nos últimos 5 anos tem o casco projetado
para velejar planando.
O
que a mídia pensa?
• A Formula Windsurfing é espectacular, rápida e
envolve vários dos mais conhecidos atletas do esporte.
• Com a Formula Windsurfing, seu público terá imagens
mais emocionantes de um esporte rápido.
• Com a Formula windsurfing, a oportunidade de mercado de um esporte
de alta performance é maior, com mais espectadores e maior interesse.

O
que o público em geral acha?
• O Windsurf com as pranchas planando é espetacular ainda
que a sua representação olímpica mostre uma coisa
diferente.
• A Formula Windsurfing é impressionante, produzindo alta
performance mesmo em ventos bem fracos.
E
em relação aos atuais velejadores olímpicos e técnicos?
• Eles podem se adaptar à Formula Windsurfing rapidamente,
já que a performance e tática da prancha de Formula tem
relação à RS:X em mais de 12 nós ou mais.
A principal diferença é que na Formula Windsurfing, ela
plana com 6 nós.
• A Formula windsurfing é uma oportunidade de remover a
característica de bombada constante do esporte.
O
que as mulheres acham?
• A Formula é mais leve, simples e com muito menos bombadas.
Isso faz a classe mais adaptada para velejadoras.
• A Formula é uma classe menos atlética e com menos
chances de contusão.
• O limite para planada e o range de performance é igual
ao dos homens; o treinamento pode ser integrado com o dos homens.
• Uma classe mais adaptada para as mulheres irá aumentar
o número de mulheres participando o que irá expandir a
simpatia pelo windsurf Olímpico.
• O equipamento de Formula é leve– totalmente montado,
pode ser carregado por uma mulher para a água ou para fora dela
com facilidade.
Qual
a diferença entre a prancha atual e a prancha de Formula?
• Ela é mais leve– o casco atual, totalmente equipado,
pesa 18.7 kgs com variações de mais de 1 Kg no peso. A
Formula tem 10.85 kg quando totalmente equipada e com maior precisão
na consistência do peso
• Ela é simples– não tem bolina, borracha
na caixa de bolina, pé de mastro com trilho. É simplesmente
um casco para planar. De simples manutenção e simplicidade
significa também grande consistência.
Ela
é cara?
• Não,
a Formula Windsurfing One Design é 34.5% mais barata que o equipamento
atual:
• RS:X completa: 3872.80 Euros sem impostos
• Formula Windsurfing One Design completa: 2537.00 Euros sem impostos
•
Formula Experience completa: 1613.00 Euros sem impostos
• Custos de transporte são mais baratos– a capa de
prancha cheia pesa 18.9 kg e o sacolão de vela cheio pesa 15.86
kg. Ambos os pesos estão abaixo do atualmente permitido pelas
companhias aéreas.
• Bags abaixo do limite significam que uma vela extra pode ser
incluída sem custo extra de excesso de bagagem.
Como
ela será distribuída?
• A Formula Windsurfing One Design e seus componentes estarão
disponíveis através de uma completa rede de distribuidores
e lojas em mais de 70 países.
Ela
é durável?
• Pranchas de Formula podem ser velejadas competitivamente por
3 ou 4 anos sem apresentar problemas estruturais.
• Sem bolinas, trilhos de pé de mastro, borrachas de caixa
de bolina e mecanismos complexos: as pranchas de Formula são
sólidas, sem nenhuma parte móvel. Ela é estável,
consistente e confiável.
Esse
é um equipamento consistente?
• A Formula Windsurfing tem oito anos de história com equipamentos
consistentes em qualidade e igualdade na produção. Sem
partes complexas ou mecanismos móveis o processo de fabricação
produz resultados consistentes– peso, shape, centro de gravidade
e flexão foram provados como consistentes e iguais. Por fora
do sanduíche de fibra de vidro e epoxi, a Starboard Formula tem
uma laminação adicional de madeira que garante que o shape
do fundo permanece o mesmo ao longo do tempo.
• Com o quartel general da Starboard distante apenas 30 minutos
de carro da fábrica, o mais algo nível de controle de
qualidade é assegurado.
E
os velejadores jovens?
• A classe Formula Experience é um uma classe de acesso
disponível para a Formula One Design. A Formula Experience é
reconhecida pela ISAF desde 2002.
• AFormula Windsurfing One Design, na divisão Youth serve
de classe de acesso em um equipamento idêntico ao da Formula Windsurfing
One Design com velas 8.5m2 e 9.5m2.

A
Formula Windsurfing One Design obedece os critérios da ISAF?
• Sim, o vento de 6 a25 nós requeridos pelas normas de
gerenciamento de regatas da ISAF para as regatas olímpicas e
os eventos da ISAF também se encaixam no range de vento da Formula
Windsurfing One Design.
A
Formula Windsurfing One Design favorece algum biotipo específico?
• A Formula Windsurfing One Design pode favorecer certos biotipos
de acordo com a intensidade do vento.
• Entre os homens:
• Acima de 20 nós, um velejador de 80 kg pode ter alguma
vantagem.
• Abaixo de 10 nós, um velejador de 70 kg pode ter alguma
vantagem.
• Entre as mulheres:
• Acima de 20 nós,uma velejadora de 65 kg pode ter alguma
vantagem.
• Abaixo de 10 nós, uma velejadora de 55 kg pode ter alguma
vantagem.
E
sobre as bombadas?
• A necessidade de bombear é limitada porque a Formula
Windsurfing é uma classe que a prancha está sempre planando.
• Precisar bombar menos significa menos problemas físicos
para os velejadores e isso leva a uma classe mais popular.
• Bombar menos leva o velejador a focar na regata, tática,
regulagem e técnicas.
Resumindo:
A atual
classe olímpica é considerada irrelevante por todos, a
não ser aqueles velejadores que hoje se dedicam ao windsurf olímpico.
Esta chance de escolher a Formula Windsurfing para 2012 irá oferecer:
• vai de encontro os critérios para os eventos do Tipo
1 e Tipo 2.
• Um espetacular esporte à vela que vai atrair o público
de windsurfistas e o público gera com aumento da simpatia da
mídia.
• Um espetacular esporte à vela que vai juntar suporte
e exposição inéditos no windsurf
• Tudo isso em um equipamento que está já em uso
desde 2007 e sendo desenvolvido desde o ano 2000.
• Equipamento aprovado que é mais simples, rápido,
com maior disponibilidade, mais consistente, com mais confiabilidade
e mais atraente.
EQUIPAMENTO
O
equipamento está pronto?
• Sim. Pranchas de Formula tem sido usadas em regata desde 1999.
• A prancha e as velas propostas para as Olimpíadas de
2012 já competiram e estão disponíveis desde 2007.
Por
que a Starboard Formula 162?
• A Starboard Formula 162 é a prancha que plana mais cedo
no mundo, garantindo um esporte
visualmente espetacular a partir de 6 nós.
• Desde 1999 a Starboard lidera o desenvolvimento da classe Formula
em design e qualidade, resultando em 75% do mercado atual.
• A Starboard fica a 30 minutos da sua principal fábrica,
Cobra International, e tem 14 anos de trabalho conjunto como o fabricante.
Isso oferece uma abilidade única de controle do equipamento e
consistência.
• A Starboard Formula teve 18 dos 20 primeiros lugares no Campeonato
Mundial de Formula Windsurfing em 2007, refletindo a escolha por este
formato.
Por
que a quilha Starboard Formula One Design?
• A quilha Starboard Formula One Design é produzida pela
Deboichet.
• A Deboichet é a quilha mais popular, precisa e durável
desde o começo da classe Formula Windsurfing.
• A Deboichet é hoje a mais consistente fábrica
de quilhas com produção em massa.
Por
que a vela Starboard Formula?
• Ela é uma vela leve, com 3 cambers e manga com largura
média para menos absorção de água.
• Ela pode ser regulada bem "barriguda" garantindo performance
no vento fraco.
• Ela é especialmente fácil de montar e regular
e fornece alta performance vleejando entre 6 e 25 nós.
• Ela é um projeto durável produzido pela IK Pacific,
um fabricante de renome pela confiabilidade e alta qualidade da mão
de obra.
• O grupo Starboard vende atualmente 10000 velas de performance
por ano e fornece velas desde 2001 acumulando experiência em projeto
e produção.
Por que
o mastro Starboard Blue Line?
• O mastro com 75% de carbono dá à vela uma performance
excelente com comprovada durabilidade.
• O mastro é produzido pela Italica, na Itália,
uma fábrica de mastros de alto nível conhecida por ter
a melhor qualidade na indústria.
• A Starboard tem um relacionamento de negócios e desenvolvimento
de produtos há muito tempo com a Italica.
Por que
a retranca Starboard Blue Line?
• A retranca de alumínio Starboard Blue line é leve
por causa da construção dos braços (peça
única) oferecendo rigidez e resistência excepcionais.
• Ela é produzida por uma empresa de Taiwan, Technic Devotion,
parceira fornecedora há muito tempo para a Starboard.
• Usando materiais inteligentes e design inovador, o preço
da retranca Starboard Blue Line é menos da metade da retranca
olímpica atual.
14/04/08
Isonic
122 2008 testada
A revista
alemã Surf Magazine divulga na edição deste mês
os testes com pranchas slalom. Os resultados da Starboard Isonic 122
foram excelentes. A revista conclui a matéria com a seguinte
frase: "a prancha de slalom com o melhor controle e
com a melhor velocidade final". O que mais é
necessário numa prancha slalom? O resto está descrito
no teste, traduzido a seguir:
No
seco:
Por muito tempo a Starboard foi a precursora em termos
de desenvolvimento das pranchas largas. O design "quadrado"
literalmente segue o princípio da "forma segue a função".
O aspecto estético parece ser o menos importante, mas, hoje,
nós já estamos acostumados com o visual. "Larga e
chata" parece dominar nos dias de hoje. No modelo 2008, Tiesda
You e o seu time de projetistas criaram no deck, em volta do pé
de mastro uma concavidade acentuada. As quinas das bordas ficaram menos
acentuadas e o outline da rabeta tem maior curvatura: a área
de planeio ficou maior, ainda que a largura máxima da prancha
continuou a mesma comparando com a prancha 2007.
Na
água:
O shape da Starboard corresponde às expectativas
com seu visual extravagante na água. Em ventos fortes e águas
agitadas a iSonic 122 não tem como ser vencida.
O controle - especialmente com pressão total - é enorme.
A prancha mantém seu bico largo e flat o tempo todo baixo e o
a prancha pede mais e mais pressão do seu velejador. A prancha
tolera quilhas extremamente grandes e precisa de uma vela grande também
para planar solta. Isso é definitivamente um benefício
se você tiver que orçar enquanto está velejando
também. A iSonic 122 segue o seu rumo como uma
prancha em piloto-automático. O shape da prancha precisa de bastante
power na vela, então, se o vento cai a prancha mostar um pequeno
hábito que não vai ser muito apreciado pelos velejadores
amadores. A prancha prefere velejar orçando. Ela precisa de mais
esforço para ir no downwind, então, com o power suficiente
na vela e na quilha a prancha vai perfeitamente equilibrada e com uma
posição neutra dos pés. Com essa regulagem, a prancha
oferece todos os requisitos necessários para se ganhar uma regata
e com um controle maravilhoso. Não só isso, mas no jibe
a iSonic 122 vai ganhar alguns metros também.
Não importa quanto difíceis as condições
estiverem, a prancha sempre vai se achar numa posição
estável no limite e cava numa curva auto-ajustável. Ela
pode ser cavada em curvas fechadas surpreendentemente bem também,
onde ela mantém muita velocidade ganhando vantagem ao sair do
jibe e entrar no próximo través.
Conclusão:
A prancha de slalom com o melhor controle e com a melhor velocidade
fnal.

Kevin
Pritchard e Antoine Albeau: dobradinha da iSonic no Mundial de Slalom
42 da PWA
10/04/08
Biel
e Paulão confirmados em Ulsan
Enquanto
Gabriel Browne se prepara em Maui com a supervisão e suporte
direto de Phil McGain e Barry Spanier para encarar nada menos que sua
3ª temporada na PWA com apenas 17 anos, Paulão dos Reis,
31, vai começar a realizar este sonho também agora em
2008.
O Wild
Card (convite) do Paulão foi confirmado ontem às 23:40h
e ele está entre os participantes do Slalom 42 em Ulsan, na Coréia
do Sul.
Paulão
e Biel serão os dois brasileiros no evento! Mais informações
no site da PWA ou no site oficial do Ulsan PWA World Cup

Gabriel
e Phil treinando em Kanaha, Maui
05/04/08
Conexão
Maui
O catarinense
Konan Lang passa uma temporada em Maui onde treina desde o mês
passado buscando entrar em forma para as competições aqui
no Brasil e no exterior, se concentrando nas modalidades Wave e Slalom.
A seguir
algumas fotos recém divulgadas do brasileiro em território
havaiano:




02/04/08
Mais
um pouco sobre o Campeonato Argentino
Chegou
só hoje o relato do Paulão falando do evento:
Primeiramente
queria agradecer meus patrocinadores SEVERNE, BL3, STARBOARD que proporcionaram
meus custos neste evento. Agradecer tambem nossos amigos Mendonssinos
pela exelente receptividade que nos deram lá em Mendoza. Muito
obigado a todos.
Primeiro dia de regatas: a condição dos ventos está
bem fraquinha. Eu larguei um pouco mais a sota que o Wilhelm e fomos
fazendo um pega alucinanate, mas Wilhelm cambou primeiro e se deu muito
bem. Ele me passou e ganhou a primeira regata do campeonato.
No segundo dia de regata eu experimentei uma nova regulagem na minha
11.7, mas não deu muito certo. O Wilhelm velejou muito bem nas
duas regatas, terminando em primeiro, eu segundo e nosso parceiro Mathias
bra5 em terceiro. Fui para casa sabendo que no último dia de
regatas tinha que ganhar as três para sair campeão.
Chegamos ao clube, olhamos para o lago e parecia um espelho. Tinha muito
sol e isso era um ótimo sinal de vento forte. Aproveitei a falta
de vento para regular umas velas Severne de um chileno que me pediu.
Quando olhei em volta de mim tinha mais de 20 pessoas nos assistindo,
fazendo várias perguntas. Foi muito legal para mostrar a regulangem
correta das velas Severne.
Por
volta das duas da tarde começou a ventar! Montei minha vela 11.0
porque sabia que o vento ultrapassaria os 15 nós. Não
deu outra.
Na primeira largada o Wilhelm já estava me marcando antes de
partirmos. Wilhelm largou mais a barla de mim, mas larguei com muita
velocidade e fui só distanciando dele. Montei em primeiro com
uma certa vantagem. Terminei em primeiro, Wilhelm em segundo e acho
que o Mathias em terceiro.
Na penúltima regata do campeonato eu não larguei mal,
abaixo de toda a flotilha, mas com muita velocidade e bom ângulo.
O Wilhelm largou mais ou menos no meio da linha. Tive quer orçar
todos para entrar na despulta com ele. Deu certo! Quando ele cambou
eu já estava por cima dele para marcá-lo. Montei em primeiro
com ele logo atrás. Fizemos o popa inteiro com a mesma distância.
Montei na frente e logo em seguida cambei para o lado que sempre favorece.
Ele optou por ir para o lado contrário e não deu muito
certo, quase o Sergio Mehl chega junto. Terminou eu em primeiro, depois
Wilhelm e Sergio terceiro.
A última regata me lembrou o Brasileiro de Noronha. Era tudo
ou nada. Larguei muito bem com o Wilhelm logo a barla de mim. Fizemos
a perna de vela esquerda todo tempo muito juntos, foi irado. Cambei
no layline e montei em primeiro. Fomos para o popa e ele deu o jibe
antes de mim. Quase não monta a bóia. Cambei assim que
montei, ele cambou em 10 metros depois. Fomos indo muito bem. Quando
o vento parecia que ia parar completamete, olhei para a direta e vi
uma rajada mais forte e cambei. O Wilhelm foi em direçao às
montanhas e pegou uma rajada da sorte. Ele cambou e montou em primeiro.
No popa era tudo ou nada. Dei o jibe assim que montei para ver se conseguia
pegar uma rajada diferente dele, mas não deu eele terminou em
primerão, eu em sugundão e Mathias bra5 foi quarto, garantindo
o terceirão no geral.
Abraços
Paulao bra3333

Paulão
em Mendoza, Argentina
01/04/08
Swell
em Noronha
Em 2004
e 2005 tivemos os inesquecíveis campeonatos Brasileiro e Sul
americano de Formula Windsurfing na paradisíaca ilha de Fernando
de Noronha. Ambos os eventos foram um sucesso, com muito sol, vento,
regatas pela manhã, turismo à tarde.
Os velejadores
chegavam das regatas e desmontavam o equipamento dentro d'água
mesmo, aproveitando a facilidade do mar calmíssimo, para evitar
a areia no equipamento.
Para relembrar,
abaixo a foto da estrutura montada para receber e abrigar os velejadores

E
como estava o porto na semana santa!


01/04/08
Tempo
Wind Car
Renata
Munhoz, da Tempo Wind Clube, apresenta a nova cara do Doblô que
vai rodar pelas ruas de São Paulo.


01/04/08
Brasileiros
dominam a cena em Mendoza
Wilhelm
Schurmann, Paulão dos Reis e Mathias Pinheiro foram os velejadores
brasileiros que viajaram até Mendoza, na Argentina para disputar
a primeira das três etapas previstas do circuito argentino de
FW. E os três não deixaram nenhum espaço no pódio
para os argentinos.
Após
3 dias de competição com ventos variados (7-22 nós).
Schurmann terminou em primeiro lugar, derrotando Paulão, que
correu com a prancha do ano passado (Formula 161). Wilhelm começou
o campeonato de forma perfeita, vencendo as 3 primeiras regatas. Paulão
ameaçou uma reação no último dia, vencendo
as duas primeiras regatas e os dois foram para a disputa do título
na última regata da competição.
Wilhelm
conta como foi a última regata, muita adrenalina na disputa final:
"Na
terceira e ultima regata do (último)
dia era tudo ou nada para mim e Paulão, já que se ele
ganhasse, ficaríamos empatados e ele venceria no critério
de desempate, que aqui estava como o vencedor da última regata.
Largamos
bem próximos e fomos juntos até o layline da bóia
de contra vento. Cambamos junto e ele montou em primeiro, eu em segundo
e Sergio e Mathias logo atrás. No popa eu dei o jibe um pouco
antes do Paulão e consegui chegar ao limite na bóia. Com
isso cheguei mais próximo do Paulão, que montou o popa
em primeiro.
No
segundo contra vento, Paulão cambou, eu segui uns 10 metros e
cambei. O vento começou a diminuir e parecia que estava mto fraco
para o lado que estávamos indo. Paulão resolveu cambar
e eu arrisquei tudo. Segui
no ventinho fraco, torcendo para o vento não cair totalmente.
Quando cambei não acreditei, peguei uma rajada da sorte, que
me levou direto para a bóia. Montei em primeiro e o Paulão
em segundo, seguido do Mathias em terceiro. No popa Paulão arriscou
para o outro lado e eu fiz o mesmo para marcá-lo. Fizemos o mini-slalom
no final e acabei em primeiro, com Paulão em segundo, Sergio
em Terceiro e Mathias em quarto".

Entrevista
coletiva: Paulão, o argentino Raul e Wilhelm
14/03/08
Severne
Glide no teste da Surf
Mais
um teste promovido pela revista Surf Magazine. Desta vez as velas analisadas
são as velas "de tração". Essas velas
são caracterizadas por fazerem a prancha planar mais cedo e,
mesmo em condições de vento fraco, tornar a velejada interessante,
podendo desenvolver mesma potência e velejar com o mesmo vento
de uma vela 1.5 ou até 2 m2 maior.
Na época
do teste ainda não tinha sido lançada a Plasma, vela da
Gaastra que se encaixa neste grupo. A Severne Glide foi bem superior
às outras velas:

"A
Severne Glide 7.5 é mais rápida que muitas das suas colegas
8.5 e então consegue aproximar muito a performance, conforto
e controle" Revista Surf Magazine, Alemanha
07/03/08
Antoine
Albeau é o velejador mais rápido do mundo
Apenas 3 dias depois de competir numa condição de vento
que ele não constuma andar bem, Antoine Albeau rasgou hoje o
canal artificial em St Marie de la Mer, na França com uma prancha
de windsurf a 49.09 nós.
O francês que lutava para planar no Calema, terminando “apenas”
no terceiro lugar, vestiu o colete de peso e foi pra água para
sair como o velejador mais rápido da história.
O recorde é registrado com a velocidade média num percurso
de 500 m.
03/03/08
Brasil
no calendário internacional da FW
Três etapas internacionais estão previstas para 2008 aqui
no Brasil. Entre 15 de outubro e 30 de novembro o calendário
de Grand Prix da classe reserva datas para eventos no Rio, São
Paulo e Fortaleza.
O
circuito internacioal de Formula Windsurfing está assim:
GP1:
Sines, Portugal: 23 a 27 de abril (a confirmar)
GP2: Sopot, Polônia: 4 a 7 de junho
GP3: Leba, Polônia: 29 de julho a 4 de agosto (Europeu)
GP4: Rio de Janeiro (Búzios): 15 a 19 de outubro
GP5: São Paulo (Ilhabela): 22 a 26 de outubro
GP6: Fortaleza: 24 a 30 de novembro
Mundial: Portimão, 8 a 14 de setembro
Ainda
a confirmar um último GP na Suiça. O calendário
2009 já começa a ser discutido com possíveis eventos
em Miami, Argentina, Tailândia e, talvez, Japão e Coréia.
03/03/08
Calema
Midwinters 2008
Apenas 4 regatas no Calema 2008, este ano valendo como o Norte Americano
de Formula Windsurfing. Uma no primeiro dia e 3 no último, o
suficiente para validar o evento.
O
título ficou com o argentino Gonzalo Hoevel, que venceu todas
as regatas. Jesper Vesterstrom foi o segundo e o campeão mundial
2007, Antoine Albeau foi o terceiro lugar. Wilhelm Schurmann e Gabriel
Browne foram os melhores brasileiros, terminando empatados com 16 pontos
perdidos, na quinta e sexta colocações. Schurmann terminou
na frente pelo critério de desempate (melhor descarte) e, mais
uma vez, foi o campeão na categoria Leve.

Os
brasileiros foram muito bem entre os masters, com a 1a, 3a e 4a colocações:
Matias Pinheiro, Carlos "Anjinho" Isaac e Ricardo Conde. Na
categoria Sport só deu Brasil com os garotos Igor, Mateus Isaac
e Mateus Amaro.

Fábio
Melo, apesar do 2o lugar geral na 4a regata, não completou 2
regatas, comprometendo seu resultado final
20/02/08
Serenity
O velejador Remi Villa filmou com uma câmera no capacete uma velejada
com a Starboard Serenity com ventos entre 3 e 6 nós. Clique na
foto para assitir ao video.

Tiesda You, projetista da Serenity
No
site da Starboard está publicada uma entrevista com Villa:
Apenas para esclarecer, Remi, que velocidade tinha o vento no dia que
você estava velejando?
Remi: Eu estava na praia em Naklua, esperando para
fazer alguns testes em pranchas Formula, então eu finalmente
decidi pegar a Serenity para curtir. O vento estava muito fraco para
a Formula, 3 a 6 nós no máximo.
Você já tinha velejado na Serenity antes ou foi
a primeira vez?
Remi: Não foi a primeira vez, mas foi primeira
com uma câmera.
O que você gosta na Serenity?
Remi: Ela me remete aos velhos tempos com a Lechner.
A única diferença é a performance da Serenity no
vento fraco e sem volume no bico é muito melhor. A prancha realmente
desliza e te dá uma experiência totalmente diferente no
windsurf com ventos fracos.
Você vê uma possível abertura para eventos
com a Serenity?
Remi: Eu acho que existem muitos lagos com pouco
vento no mundo, então existe uma boa oportunidade de se fazer
um evento. Boa escolha para Quindao hahahahah
Tem alguma coisa que você gostaria de mudar na Serenity?
Remi: Sim, sempre quero fazer alguma coisa melhor,
mas agora nós podemos melhorar a performance apenas trocando
a quilha por uma mais mole que vai dar ainda mais lift e estabilidade
se a água estiver marolada.
Só mais uma pergunta que eu acho que muitas pessoas estão
querendo saber como você fez o video?
Remi:
Estou usando uma camera Oregon no meu capacete. Você pode fixá-la
em qualquer lugar e, como você pode ver, fazer alguns bons videos
curtos.
Mais
sobre a Serenity, clique!