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Destaques

16/08/08

Antoine Albeau tri-campeão Mundial de Slalom

Já vem se tornando rotina. O francês Antoine Albeau conquistou por antecipação o terceiro título consecutivo do circuito mundial de Slalom da PWA. Desde que assinou com a Starboard, Albeau venceu todos os mundiais de Slalom disputados (antes disso nunca havia conseguido um título).


Antoine Albeau: tri-campeão do mundo de Slalom

A única coisa que fugiu um pouco do comum foi que ele terminou a etapa dessa semana, disputada na Turquia, em segundo lugar e não disparado em primeiro. Quem derramou água no chopp do francês foi outra figura carimbada do windsurf de competição, o 13 vezes campeão do mundo Bjorn Dunkerbeck.

Bjorn, que não vencia desde 2005, que não é patrocinado pela Starboard, resolveu se inscrever nesta etapa com as iSonic 133 e 111 e voltou às pazes com a vitória. Bjorn agora ocupa o segundo lugar no ranking mundial, que será decidido no final de setembro em Sylt, Alemanha. Kevin Pritchard será seu concorrente direto na disputa pela segunda posição.


Bjorn Dunckerbek: caiu com a iSonic e quebrou o jejum de 3 anos sem vitória!

Dois brasileiros estiveram na raia na Turquia. Gabriel Browne vem ganhando mais experiência e chegou a vencer bateria. Terminou em 23o. Matias Pinheiro também participou, classificando-se em 35o lugar.


Pritchard chegou a liderar a etapa, mas perdeu posições nos dois últimos dias

13/08/08

Fim de semana de wind pelo Brasil!!!

Slalom no Ceará, Formula em Campos e Wave em Imbituba. Toda a versatilidade do esporte em três eventos que ocorrem simultaneamente no próximo fim de semana.

Na praia de Cumbuco os velejadores cearenses participam da 2a Etapa do Campeonato Estadual de Slalom. As informações estão todas aqui na vela da jangada:

Em Campos dos Goitacazes, Rio de Janeiro, acontece a 2a Etapa do Circuito Fluminense de Formula nas modalidades FW e FE. O Yatch Club Lagoa de Cima sedia mais uma vez uma regata de wind e já é tradiçao em Campos encontrar bons ventos e hospitalidade dos anfitriões.

E em Imbituba a outra ACW (Associação Catarinense de Windsurf) promove a 1a Etapa do Circuito Estadual de Windsurf Wave, com a presença do Campeão Mundial Kauli Seadi. Abaixo o cartaz do evento.

Na segunda-feira volte aqui no site para ver como foram estes campeonatos!!

08/08/08

Planchemag testa Apollo

"A sensação é incrível. É alucinante - não tem vento mas você continua deslizando a toda velocidade! Por uma hora ou perto disso você esteve velejando entre 13 e 18 nós de velocidade no GPS com menos de 10 nós de vento. Nenhum barulho, nenhum stress, é uma dimensão totalmente diferente para o windsurf. A Apollo garante que você vai velejar todo dia com o vento termal do seu local". Planchemag, França


Marcello Morrone com a Apollo: pouquíssimo vento, planando sempre!

04/08/08

Europeu de FW alucinante

Mais de 130 velejadores inscritos e 13 regatas disputadas em Leba, na Polônia, fizeram do Europeu 2008 um campeonato para ficar na memória.

O brasileiro Wilhelm Schurmann conquistou lá o tri-campeonato Europeu na categoria leve, finalizando com quase metade dos pontos do segundo colocado. Schurmann terminou em nono lugar geral. Sem dúvida um excelente campeonato para o brasileiro. O outro representante do Brasil na Polônia foi Paulão dos Reis, que teve altos e baixos na competição e terminou em 27o. Paulão é o atual quinto colocado no Mundial e em 2008 começou a se dedicar também às competições de slalom. O foco agora é defender ou mesmo melhorar sua posição no Mundial, que vai acontecer no mês de setembro emPortimão, Portugal, onde os brasileiros costumam obter bons resultados.


Wilhelm Schurmann, tri-campeão europeu leve de FW

O título geral do Europeu foi concorridíssimo até a última regata válida. O favorito ao título, Gonzalo Hoevel, que havia vencido todas as etapas de Gran Prix este ano e, não conseguiu manter o desempenho com a prancha nova e terminou em quinto lugar.

A disputa ficou forte mesmo entre os três primeiros colocados. Apenas 1 ponto separou o primeiro colocado, Steve Allen, do terceiro, Jesper Vesterstrom. Ross Williams foi o vice campeão com os mesmos 22 pontos perdidos pelo australiano Steve. O desempate veio a favor de Allen em virtude dele ter tido melhor desempenho geral, descartando menos pontos entre os seus piores resultados.


Steve Allen, campeão europeu 2008

A polonesa Marta Hlavaty venceu entre as mulheres.

24/07/08

Brasileiro de FE

A contagem regressiva para o III Campeonato Brasileiro de Formula Experience já começou. O campeonato acontece de 26 a 28 de setembro e a sede escolhida através da Assembléia da Classe é a cidade de Maceió.

A organização técnica da competição ficará sob a responsabilidade de Ricardo Munhoz, de São Paulo, que já estve no local para vistoriar e iniciar os trabalhos fora d´água. Ricardo nos cedeu uma entrevista onde conta quais são suas expectativas para o III Brasileiro de FE:

Ricardo, quais as suas expectativas para o III Brasileiro de FE?
A minha expectativa é muito grande pelo desafio de retornar à organização de um evento tão importante após vários anos de dedicação exclusiva ao meu clube em São Paulo.
Um dos pontos mais relevantes desse evento é a possibilidade da flotilha de Maceió ser ampliada consideravelmente após a realização do Campeonato Brasileiro. A idéia é interagir com o público alvo de Maceió, abrindo o evento para o maior número de interessados possível. Pretendemos fazer uma promoção local, oferecendo “batismos” de Windsurf para os visitantes cadastrados em pontos de concentração de potenciais iniciantes. Acho que a principal “missão” dos Campeonatos Brasileiros de FE deveria ser essa.

Você está acostumado a organizar eventos de Windsurf há mais de uma década. O que mudou no esporte, em termos de competição, de 1990 para 2008?

Infelizmente, a realidade nas competições de vela em todo o mundo é bem diferente do que ocorria há 15 anos. A quantidade de competidores deu lugar à qualidade dos atletas. O esporte se profissionalizou e isso afastou um pouco os “amadores”.
Naquela época, nem imaginaríamos que em 2008 teríamos Brasileiros como os melhores velejadores do mundo na maioria das classes do windsurf. Sem dúvida, estamos no melhor momento do Windsurf Nacional.
Agora, o principal objetivo é resgatar os velejadores que estão afastados e criar a mentalidade da regata como uma ferramenta de desenvolvimento para os novos alunos que se formam nas escolinhas de windsurf de todo País.
Sem dúvida, a FE tem um papel fundamental nessa nova fase das competições.

Maceió já sediou eventos importantes no passado também. O que esperar da raia da Pajuçara em 2008?

Realmente Maceió foi esquecida pelos organizadores do Windsurf. O inesquecível Hollywood Vela tinha uma das suas etapas nesse local. Sergio e Taciana Gama, nomes importantes da vela nacional, representaram muito bem o estado na Classe HC 16.
Hoje, treinam regularmente em Pajuçara com suas FE se preparando para o próximo brasileiro.
Como disse ao Wagner Rossi, realizador do evento em Maceió, a raia da Pajuçara é uma arena para regata de Formula. Água lisa e ventos moderados transformam o local em um dos melhores pontos para prática da Fórmula Windsurf no País.
Além da facilidade na condução do equipamento, outro fator importantíssimo são as condições excepcionais de segurança que a raia oferece pela proximidade da praia, além do “abrigo” natural da barreira de coral que praticamente protege toda a raia.
Os velejadores de FE não poderiam ter local melhor para desenvolver suas habilidades.

A FE é uma classe formadora de velejadores para a FW e, por ser mais acessível, o equipamento tornou-se uma ótima opção para os velejadores de fim de semana e iniciantes. Teremos 3 eventos importantes na sequência: Brasileiro em Maceió, Pan Americano em Vitória e Mundial no Peru. Na sua opinião, como atrair os iniciantes e os velejadores de fim de semana para a raia nestes eventos?
Um enorme passo já foi dado com a redução dos custos do equipamento, proibição do uso de rigs sofisticados, além do uso da mesma prancha (muito resistente) durante 4 anos.
Na minha opinião, essas regatas tem que ser uma grande festa para velejadores e acompanhantes, poucos dias de duração para “caber” na agenda difícil da maioria dos mortais e reduzir custos de hospedagem e alimentação, muita estrutura de suporte na água para dar segurança aos iniciantes, com regatas bem didáticas (dentro e fora da água) para facilitar o entendimento dos novos e motivá-los a outras participações.
Outra questão importante, principalmente para os “iniciantes” é a logística que envolve o transporte do equipamento. A maioria não imagina que é possível embarcar com seu equipamento nas empresas aéreas como bagagem. Quando são informados da possibilidade, desanimam em função dos custos do excesso de bagagem. Esse é um dos pontos que iremos priorizar no Brasileiro em Maceió.
Espero trazer boas notícias em breve!
Abraços a todos e até Maceió.


Raia do Brasileiro de FE 2008: clique na foto para acessar o site oficial do campeonato www.windsurfmaceio.com.br

10/07/08

Copa Upwind agita as águas cariocas

A IV edição da Copa Upwind de Windsurf ocorreu nos dias 05 e 06 de julho em Araruama. O evento foi válido para o Circuito Fluminense e teve 6 baterias para a categoria Start e outras 4 regatas homologadas para as classes FW e FE.

Leonardo Rebello terminou em primeiro na FW, seguido por Pedro São Tiago e Igor Ferreira. Henrique Elizeu faturou na Formula Experience, superando Uillis Batista e João Costa.

Na Start, Victor Lopes foi o melhor entre os homens e Aline Louzada venceu no feminino.

Vídeos do evento:

09/07/08

Gator 7.5 é a mais rápida em SC

O velejador Alexandre Neves lidera o ranking catarinense de Speed com 32,7 nós de velocidade. Neves usou na Lagoa da Conceição, em Floripa, uma iSonic 122 com quilha Drake de produção e a vela Severne Gator 7.5.

No mesmo dia Neves conseguiu outra marca interessante, cravando 27,6 nós a bordo do seu material de Formula Experience.


Neves e seus brinquedos: SUP, FE, iSonic


Reconhecimento no site www.severnesails.com

18/06/08

FWOD testada...e aprovada!!

"Tive a oportunidade de testar o equipamento da FWOD (Formula Windsurfing One Design) na semana passada, em Pattaya, Tailândia.

Foram 3 dias de velejo com ventos variando entre 7 a 22 nós. Isso foi interessante para testar o material em diversas condições.

Como já estou familiarizado com alguns componentes da FWOD foi mais fácil tirar também algumas conclusões sobre as outras partes do material, novas para mim. A Starboard Formula 162 wood, prancha adotada para a FWOD é a prancha de Formula mais fácil de andar rápido que eu já velejei.

A FWOD vem de fábrica com uma quilha Deboichet Custom R20 70. Todas as pranchas vão vir com a mesma quilha, obrigatória para a classe. Eu ainda não tinha andado nas novas Deboichet R20. A quilha está bem casada com a FW 162 também.

O rig da FWOD é composto pelo mastro Blue Line, que eu já conheço bem das velas de FE, uma vela que é a evolução natural da excelente Severne Overdrive (11.0 para homens e 9.5 para mulheres), uma extensão idêntica à Severne, também de altíssima qualidade e com o diferencial de já vir de fábrica com o cabo Formuline, um pé de mastro também idêntico ao Severne, um puxão extremamente confortável e kit-trapézio ajustável.

Sem dúvida nenhuma, o maior impacto que eu tive foi com a nova retranca para a classe. Ela é em alumínio, mas é tão rígida quanto retrancas em carbono.

Montar a vela FWOD é muito simples e caçá-la adequadamente também é tranquilo, vai na mão mesmo. A extensão tem redução 8:1 e o cabo Formuline corre muito suave pelos moitões. Além disso o mastro recebe um tip para deixar o rig ainda mais "soft" para aumentar a faixa de vento velejável. Isso facilita também a montagem.

Velejo:

- Dia 1: 7-10 nós
Muitos na praia estavam me desencorajando a testar a FWOD por causa da merreca de vento. Dentro da água apenas pranchas SUP e Serenity. Mesmo assim peguei a prancha e fui sair pra testar, afinal, ela teria que funcionar nessas condições para cumprir o projetado.

Subi na prancha, dei 3 bombadas e já estava planando. A 162 é muito confortável para velejar nos extremos de vento e a vela mais "soft" gera uma potência inacreditável. A retranca rígida não desperdiça energia fletindo e toda potência gerada pela vela se transforma em aceleração na prancha. Fiz alguns contraventos curtos, uns popas e fiquei também brincando no través. Quando saí da água tinha fila de gente querendo testar!!!

- Dia 2: 13-16 nós
Nestas condições seria difícil o equipamento não funcionar e foi só a comprovação mesmo. Aproveitei para mexer um pouco nas regulagens da vela e pé de mastro, mas como só tinha uma prancha na água não deu pra ter certeza de qual regulagem é melhor. Pattaya tem a característica de ter águas bastante mexidas mesmo com pouco vento. Como as pranchas são testadas boa parte do ano lá, acho que vem daí a qualidade das Starboard de serem tão fáceis de velejar. Várias vezes joguei a prancha no través para checar o controle e sempre o material permaneceu totalmente na mão.

- Dia 3: 15 - 22 nós
Por sorte deu um dia assim. Enquanto o Remi Villa não "largava o osso" eu aproveitei para velejar de slalom e freeride. Os velejadores mais leves estavam com pranchas entre 86 e 94 litros e velas 6.0 ou 6.5.

Peguei a FWOD e fui embora. Não restava nenhuma dúvida que a prancha ia permanecer no pé. A prova dos 9 seria feita com o rig. Saí orçando tudo que dava e já no primeiro contravento eu já estava relaxado (mesmo totalmente destreinado e fora de forma) com o equipamento e tentando fazer andar o máximo possível. Depois de alguns barla-sotas fui passear por Pattaya passando arribando pelo templo budista construído em madeira há mais de 400 anos, vários barcos de pesca e algumas paisagens bem diferentes das que estamos acostumados aqui no Brasil

A conclusão é que pode ser a grande chance do windsurf, ou mesmo da Formula Windsurfing, se tornar uma classe mais acessível e atraente. O equipamento funciona muito bem, uma vela apenas, um mastro que não quebra, uma retranca mais barata e uma quilha boa igual para todos". Marcello Morrone, BRA 3

Fotos da FWOD:


FWOD: a prancha tem o mesmo shape e construção da Starboard Formula 162


Os detalhes da prancha são muito bem feitos


Visual da FWOD: aprovada pela ISAF será a classe mais bonita em Londres 2012


Um dos segredos da FW 162 é o rocker do nariz da prancha


O logo e a arte no fundo da prancha tem por finalidade evitar que o fundo seja lixado (o que é contra as regras)


Svein Rasmussen destacando que a vela foi caçada apenas com a mão


Detalhe da ponteira da retranca: fácil de colocar, alavanca ergonômica, menos tensão no mastro sem escorregar, tubo único (monocoque) de alumínio T8 especial. O puxão também foi desenvolvido para levantar a vela sem precisar dobrar a coluna.


Um dos segredos da retranca é o diâmetro variável do tubo


Kit trapezio ajustável: simples e eficiente

03/06/08

Wilhelm vence Baltic Cup Lituânia

O campeonato na Lituânia serve de aquecimento para a próxima perna do Grand Prix de FW, que vai de 04 a 07 em Sopot, na Polônia.

Wilhelm Schurmann venceu 4 das 6 regatas disputadas para ficar com o título da competição. Matias Pinheiro foi o quarto colocado.

Clique aqui para ver os resultados.


Schurmann pronto para mais uma etapa do World Grand Prix

29/05/08

Neves com "protótipo" da FWOD

A foto abaixo, enviada pelo velejador Alexandre Neves, da Camboriú Wind, foi tirada durante o II Brasileiro de Formula Experience, em 2007.

Esta ocasião, no início de novembro, marcou também a estréia em águas brasileiras da Starboard Formula 162. Camboriú foi a primeira parada do test-drive que rodou o Brasil com as pranchas Starboard.

Na foto, Neves com a Starboard Formula 162 e vela Severne Overdrive 11.0. A vela da foto é uma Overdrive ano 2006. O modelo vem sofrendo refinamentos desde 2005, quando foi lançada, tanto em performance, como construção e, claro, visual!


Alexandre Neves "full powered" com o equipamento que é a cara da Formula One Design

A vela da foto é uma Overdrive ano 2006. O modelo vem sofrendo refinamentos desde 2005, quando foi lançada, tanto em performance, como construção e, claro, visual!


Nova Severne Overdrive 2008

23/05/08

Paulão no PWA de Ulsan

Clique aqui e veja o que ele tem para contar.


Paulão na Coréia do Sul: estréia na PWA no outro lado do mundo

12/05/08

Wilhelm em 4o no GP de Sines

O destaque brasileiro em Portugal, durante o GP de Sines foi o catarinense Wilhelm Schurmann. A primeira etapa do GP de Formula Windsurfing teve 11 regatas válidas e foi dominada pelo argentino Gonzalo Costa Hoevel.

Com cerca de 20 velejadores efetivamente correndo as regatas (24 inscritos), apenas 4 velejadores venceram regatas e foram estes os 4 primeiros colocados no geral. Além de Gonzalo, Steve Allen, Jesper Vesterstrom e Wilhelm Schurmann chegaram na frente em pelo menos uma regata e terminaram o campeonato nessa sequência. Wilhelm faturou o primeiro lugar entre os leves (menos de 75 kg).


Schurmann começa muito bem o circuito mundial de FW

Fábio Melo terminou em 12o e Mathias Pinheiro em 16o.

A única mulher presente, Alisson Shreeve, da Austrália, aproveitou a ocasião para correr e divulgar a Formula Windsurfing One Design.



Shreeve com o kit FW One Design

O evento também teve baterias de slalom. Steve Allen superou Gonzalo e venceu. O polonês Wojtek Brzozowski terminou em terceiro e novamente Wilhelm Schurmann foi o quarto melhor.

A próxima etapa do GP é na Polônia no próximo mês.

14/04/08

Formula Windsurfing One Design
Informações extraídas do site www.star-board.com

Proposta de equipamento:
Prancha: Starboard Formula 162 litros
Quilha: Starboard Formula One Designa 70 cm
Velas: Starboard Formula 11m2 para homens e 9.5 para mulheres
Mastros: Starboard Blue Line 540 para homens e 490 cm para mulheres
Retrancas: Starboard Blue Line 270 para homens e 240 para mulheres
Extensão: Starboard Blue Line 35 cm

FORMULA WINDSURFING

Por que a Formula Windsurfing?
• O equipamento de Formula Windsurfing equipment, nos últimos 8 anos, permitem aos velejadores planarem e correrem regatas entre 6 e 30 nós

• A Formula representa o windsurf moderno praticado pela maioria dos velejadores amadores em todo o mundo.
• Como uma classe puramente de pranchas que planam, a Formula Windsurfing vai trazer um esporte visualmente estimulante para as Olimpíadas.
• As condições de vneto em Weymouth para a época dos jogos olímpicos se encaixa bem no range de vento da classe Formula Windsurfing
• A Formula windsurfing tem sido a classe do windsurf mais popular nos últimos 8 anos.
• Nenhum evento internacional de Formula Windsurfing foi cancelado desde 2001 por falta de vento.

Quem está dando suporte para a Formula Windsurfing One Design 2012?
• A International Windsurfing Association, representante das classes do Windsurf
• A Professional Windsurfing Association (PWA)
• A classe Formula Experience
• A Starboard, a marca de prancha número 1 na indústria do windsurf.

O que os velejadores acham?
• Eles querem ver o windsurf planando, o tipo de velejo que a maioria dos windsurfistas fazem eles próprios refletido nas Olimpíadas.
• Eles querem uma classe com pranchas que planam para fazê-la importante frente às outras classes do windsurf.
• Eles querem uma classe olímpica que cubra um grupo mais amplo de biotipos.
• Eles querem uma classe olímpica que seja popular junto à mídia, ao público que veleja e ao que não veleja para refletir o prestígio dos Jogos Olímpicos e suas ambições.

O que os velejadores amadores (de fim de semana) pensam?
• Eles querem ver o windsurf que plana nas Olimpíadas para representar o windsurf que eles praticam.
• Eles querem ver seus ídolos no windsurf nas Olimpíadas e ter o windsurf moderno representado na mídia. Mais de 90% das pranchas vendidas no mundo nos últimos 5 anos tem o casco projetado para velejar planando.

O que a mídia pensa?
• A Formula Windsurfing é espectacular, rápida e envolve vários dos mais conhecidos atletas do esporte.
• Com a Formula Windsurfing, seu público terá imagens mais emocionantes de um esporte rápido.
• Com a Formula windsurfing, a oportunidade de mercado de um esporte de alta performance é maior, com mais espectadores e maior interesse.

O que o público em geral acha?
• O Windsurf com as pranchas planando é espetacular ainda que a sua representação olímpica mostre uma coisa diferente.
• A Formula Windsurfing é impressionante, produzindo alta performance mesmo em ventos bem fracos.

E em relação aos atuais velejadores olímpicos e técnicos?
• Eles podem se adaptar à Formula Windsurfing rapidamente, já que a performance e tática da prancha de Formula tem relação à RS:X em mais de 12 nós ou mais. A principal diferença é que na Formula Windsurfing, ela plana com 6 nós.
• A Formula windsurfing é uma oportunidade de remover a característica de bombada constante do esporte.

O que as mulheres acham?
• A Formula é mais leve, simples e com muito menos bombadas. Isso faz a classe mais adaptada para velejadoras.
• A Formula é uma classe menos atlética e com menos chances de contusão.
• O limite para planada e o range de performance é igual ao dos homens; o treinamento pode ser integrado com o dos homens.
• Uma classe mais adaptada para as mulheres irá aumentar o número de mulheres participando o que irá expandir a simpatia pelo windsurf Olímpico.
• O equipamento de Formula é leve– totalmente montado, pode ser carregado por uma mulher para a água ou para fora dela com facilidade.

Qual a diferença entre a prancha atual e a prancha de Formula?
• Ela é mais leve– o casco atual, totalmente equipado, pesa 18.7 kgs com variações de mais de 1 Kg no peso. A Formula tem 10.85 kg quando totalmente equipada e com maior precisão na consistência do peso
• Ela é simples– não tem bolina, borracha na caixa de bolina, pé de mastro com trilho. É simplesmente um casco para planar. De simples manutenção e simplicidade significa também grande consistência.

Ela é cara?
• Não
, a Formula Windsurfing One Design é 34.5% mais barata que o equipamento atual:
• RS:X completa: 3872.80 Euros sem impostos
• Formula Windsurfing One Design completa: 2537.00 Euros sem impostos
• Formula Experience completa: 1613.00 Euros sem impostos
• Custos de transporte são mais baratos– a capa de prancha cheia pesa 18.9 kg e o sacolão de vela cheio pesa 15.86 kg. Ambos os pesos estão abaixo do atualmente permitido pelas companhias aéreas.
• Bags abaixo do limite significam que uma vela extra pode ser incluída sem custo extra de excesso de bagagem.

Como ela será distribuída?
• A Formula Windsurfing One Design e seus componentes estarão disponíveis através de uma completa rede de distribuidores e lojas em mais de 70 países.

Ela é durável?
• Pranchas de Formula podem ser velejadas competitivamente por 3 ou 4 anos sem apresentar problemas estruturais.
• Sem bolinas, trilhos de pé de mastro, borrachas de caixa de bolina e mecanismos complexos: as pranchas de Formula são sólidas, sem nenhuma parte móvel. Ela é estável, consistente e confiável.

Esse é um equipamento consistente?
• A Formula Windsurfing tem oito anos de história com equipamentos consistentes em qualidade e igualdade na produção. Sem partes complexas ou mecanismos móveis o processo de fabricação produz resultados consistentes– peso, shape, centro de gravidade e flexão foram provados como consistentes e iguais. Por fora do sanduíche de fibra de vidro e epoxi, a Starboard Formula tem uma laminação adicional de madeira que garante que o shape do fundo permanece o mesmo ao longo do tempo.
• Com o quartel general da Starboard distante apenas 30 minutos de carro da fábrica, o mais algo nível de controle de qualidade é assegurado.

E os velejadores jovens?
• A classe Formula Experience é um uma classe de acesso disponível para a Formula One Design. A Formula Experience é reconhecida pela ISAF desde 2002.
• AFormula Windsurfing One Design, na divisão Youth serve de classe de acesso em um equipamento idêntico ao da Formula Windsurfing One Design com velas 8.5m2 e 9.5m2.

A Formula Windsurfing One Design obedece os critérios da ISAF?
• Sim, o vento de 6 a25 nós requeridos pelas normas de gerenciamento de regatas da ISAF para as regatas olímpicas e os eventos da ISAF também se encaixam no range de vento da Formula Windsurfing One Design.

A Formula Windsurfing One Design favorece algum biotipo específico?
• A Formula Windsurfing One Design pode favorecer certos biotipos de acordo com a intensidade do vento.
• Entre os homens:
• Acima de 20 nós, um velejador de 80 kg pode ter alguma vantagem.
• Abaixo de 10 nós, um velejador de 70 kg pode ter alguma vantagem.
• Entre as mulheres:
• Acima de 20 nós,uma velejadora de 65 kg pode ter alguma vantagem.
• Abaixo de 10 nós, uma velejadora de 55 kg pode ter alguma vantagem.

E sobre as bombadas?
• A necessidade de bombear é limitada porque a Formula Windsurfing é uma classe que a prancha está sempre planando.
• Precisar bombar menos significa menos problemas físicos para os velejadores e isso leva a uma classe mais popular.
• Bombar menos leva o velejador a focar na regata, tática, regulagem e técnicas.

Resumindo:

A atual classe olímpica é considerada irrelevante por todos, a não ser aqueles velejadores que hoje se dedicam ao windsurf olímpico.
Esta chance de escolher a Formula Windsurfing para 2012 irá oferecer:
• vai de encontro os critérios para os eventos do Tipo 1 e Tipo 2.
• Um espetacular esporte à vela que vai atrair o público de windsurfistas e o público gera com aumento da simpatia da mídia.
• Um espetacular esporte à vela que vai juntar suporte e exposição inéditos no windsurf
• Tudo isso em um equipamento que está já em uso desde 2007 e sendo desenvolvido desde o ano 2000.
• Equipamento aprovado que é mais simples, rápido, com maior disponibilidade, mais consistente, com mais confiabilidade e mais atraente.

EQUIPAMENTO

O equipamento está pronto?
• Sim. Pranchas de Formula tem sido usadas em regata desde 1999.
• A prancha e as velas propostas para as Olimpíadas de 2012 já competiram e estão disponíveis desde 2007.

Por que a Starboard Formula 162?
• A Starboard Formula 162 é a prancha que plana mais cedo no mundo, garantindo um esporte visualmente espetacular a partir de 6 nós.
• Desde 1999 a Starboard lidera o desenvolvimento da classe Formula em design e qualidade, resultando em 75% do mercado atual.
• A Starboard fica a 30 minutos da sua principal fábrica, Cobra International, e tem 14 anos de trabalho conjunto como o fabricante. Isso oferece uma abilidade única de controle do equipamento e consistência.
• A Starboard Formula teve 18 dos 20 primeiros lugares no Campeonato Mundial de Formula Windsurfing em 2007, refletindo a escolha por este formato.

Por que a quilha Starboard Formula One Design?
• A quilha Starboard Formula One Design é produzida pela Deboichet.
• A Deboichet é a quilha mais popular, precisa e durável desde o começo da classe Formula Windsurfing.
• A Deboichet é hoje a mais consistente fábrica de quilhas com produção em massa.

Por que a vela Starboard Formula?
• Ela é uma vela leve, com 3 cambers e manga com largura média para menos absorção de água.
• Ela pode ser regulada bem "barriguda" garantindo performance no vento fraco.
• Ela é especialmente fácil de montar e regular e fornece alta performance vleejando entre 6 e 25 nós.
• Ela é um projeto durável produzido pela IK Pacific, um fabricante de renome pela confiabilidade e alta qualidade da mão de obra.
• O grupo Starboard vende atualmente 10000 velas de performance por ano e fornece velas desde 2001 acumulando experiência em projeto e produção.

Por que o mastro Starboard Blue Line?
• O mastro com 75% de carbono dá à vela uma performance excelente com comprovada durabilidade.
• O mastro é produzido pela Italica, na Itália, uma fábrica de mastros de alto nível conhecida por ter a melhor qualidade na indústria.
• A Starboard tem um relacionamento de negócios e desenvolvimento de produtos há muito tempo com a Italica.

Por que a retranca Starboard Blue Line?
• A retranca de alumínio Starboard Blue line é leve por causa da construção dos braços (peça única) oferecendo rigidez e resistência excepcionais.
• Ela é produzida por uma empresa de Taiwan, Technic Devotion, parceira fornecedora há muito tempo para a Starboard.
• Usando materiais inteligentes e design inovador, o preço da retranca Starboard Blue Line é menos da metade da retranca olímpica atual.

14/04/08

Isonic 122 2008 testada

A revista alemã Surf Magazine divulga na edição deste mês os testes com pranchas slalom. Os resultados da Starboard Isonic 122 foram excelentes. A revista conclui a matéria com a seguinte frase: "a prancha de slalom com o melhor controle e com a melhor velocidade final". O que mais é necessário numa prancha slalom? O resto está descrito no teste, traduzido a seguir:

No seco:
Por muito tempo a Starboard foi a precursora em termos de desenvolvimento das pranchas largas. O design "quadrado" literalmente segue o princípio da "forma segue a função". O aspecto estético parece ser o menos importante, mas, hoje, nós já estamos acostumados com o visual. "Larga e chata" parece dominar nos dias de hoje. No modelo 2008, Tiesda You e o seu time de projetistas criaram no deck, em volta do pé de mastro uma concavidade acentuada. As quinas das bordas ficaram menos acentuadas e o outline da rabeta tem maior curvatura: a área de planeio ficou maior, ainda que a largura máxima da prancha continuou a mesma comparando com a prancha 2007.

Na água:
O shape da Starboard corresponde às expectativas com seu visual extravagante na água. Em ventos fortes e águas agitadas a iSonic 122 não tem como ser vencida. O controle - especialmente com pressão total - é enorme. A prancha mantém seu bico largo e flat o tempo todo baixo e o a prancha pede mais e mais pressão do seu velejador. A prancha tolera quilhas extremamente grandes e precisa de uma vela grande também para planar solta. Isso é definitivamente um benefício se você tiver que orçar enquanto está velejando também. A iSonic 122 segue o seu rumo como uma prancha em piloto-automático. O shape da prancha precisa de bastante power na vela, então, se o vento cai a prancha mostar um pequeno hábito que não vai ser muito apreciado pelos velejadores amadores. A prancha prefere velejar orçando. Ela precisa de mais esforço para ir no downwind, então, com o power suficiente na vela e na quilha a prancha vai perfeitamente equilibrada e com uma posição neutra dos pés. Com essa regulagem, a prancha oferece todos os requisitos necessários para se ganhar uma regata e com um controle maravilhoso. Não só isso, mas no jibe a iSonic 122 vai ganhar alguns metros também. Não importa quanto difíceis as condições estiverem, a prancha sempre vai se achar numa posição estável no limite e cava numa curva auto-ajustável. Ela pode ser cavada em curvas fechadas surpreendentemente bem também, onde ela mantém muita velocidade ganhando vantagem ao sair do jibe e entrar no próximo través.

Conclusão:
A prancha de slalom com o melhor controle e com a melhor velocidade fnal.


Kevin Pritchard e Antoine Albeau: dobradinha da iSonic no Mundial de Slalom 42 da PWA

10/04/08

Biel e Paulão confirmados em Ulsan

Enquanto Gabriel Browne se prepara em Maui com a supervisão e suporte direto de Phil McGain e Barry Spanier para encarar nada menos que sua 3ª temporada na PWA com apenas 17 anos, Paulão dos Reis, 31, vai começar a realizar este sonho também agora em 2008.

O Wild Card (convite) do Paulão foi confirmado ontem às 23:40h e ele está entre os participantes do Slalom 42 em Ulsan, na Coréia do Sul.

Paulão e Biel serão os dois brasileiros no evento! Mais informações no site da PWA ou no site oficial do Ulsan PWA World Cup


Gabriel e Phil treinando em Kanaha, Maui

05/04/08

Conexão Maui

O catarinense Konan Lang passa uma temporada em Maui onde treina desde o mês passado buscando entrar em forma para as competições aqui no Brasil e no exterior, se concentrando nas modalidades Wave e Slalom.

A seguir algumas fotos recém divulgadas do brasileiro em território havaiano:

02/04/08

Mais um pouco sobre o Campeonato Argentino

Chegou só hoje o relato do Paulão falando do evento:

Primeiramente queria agradecer meus patrocinadores SEVERNE, BL3, STARBOARD que proporcionaram meus custos neste evento. Agradecer tambem nossos amigos Mendonssinos pela exelente receptividade que nos deram lá em Mendoza. Muito obigado a todos.

Primeiro dia de regatas: a condição dos ventos está bem fraquinha. Eu larguei um pouco mais a sota que o Wilhelm e fomos fazendo um pega alucinanate, mas Wilhelm cambou primeiro e se deu muito bem. Ele me passou e ganhou a primeira regata do campeonato.

No segundo dia de regata eu experimentei uma nova regulagem na minha 11.7, mas não deu muito certo. O Wilhelm velejou muito bem nas duas regatas, terminando em primeiro, eu segundo e nosso parceiro Mathias bra5 em terceiro. Fui para casa sabendo que no último dia de regatas tinha que ganhar as três para sair campeão.

Chegamos ao clube, olhamos para o lago e parecia um espelho. Tinha muito sol e isso era um ótimo sinal de vento forte. Aproveitei a falta de vento para regular umas velas Severne de um chileno que me pediu. Quando olhei em volta de mim tinha mais de 20 pessoas nos assistindo, fazendo várias perguntas. Foi muito legal para mostrar a regulangem correta das velas Severne.

Por volta das duas da tarde começou a ventar! Montei minha vela 11.0 porque sabia que o vento ultrapassaria os 15 nós. Não deu outra.

Na primeira largada o Wilhelm já estava me marcando antes de partirmos. Wilhelm largou mais a barla de mim, mas larguei com muita velocidade e fui só distanciando dele. Montei em primeiro com uma certa vantagem. Terminei em primeiro, Wilhelm em segundo e acho que o Mathias em terceiro.

Na penúltima regata do campeonato eu não larguei mal, abaixo de toda a flotilha, mas com muita velocidade e bom ângulo. O Wilhelm largou mais ou menos no meio da linha. Tive quer orçar todos para entrar na despulta com ele. Deu certo! Quando ele cambou eu já estava por cima dele para marcá-lo. Montei em primeiro com ele logo atrás. Fizemos o popa inteiro com a mesma distância. Montei na frente e logo em seguida cambei para o lado que sempre favorece. Ele optou por ir para o lado contrário e não deu muito certo, quase o Sergio Mehl chega junto. Terminou eu em primeiro, depois Wilhelm e Sergio terceiro.

A última regata me lembrou o Brasileiro de Noronha. Era tudo ou nada. Larguei muito bem com o Wilhelm logo a barla de mim. Fizemos a perna de vela esquerda todo tempo muito juntos, foi irado. Cambei no layline e montei em primeiro. Fomos para o popa e ele deu o jibe antes de mim. Quase não monta a bóia. Cambei assim que montei, ele cambou em 10 metros depois. Fomos indo muito bem. Quando o vento parecia que ia parar completamete, olhei para a direta e vi uma rajada mais forte e cambei. O Wilhelm foi em direçao às montanhas e pegou uma rajada da sorte. Ele cambou e montou em primeiro. No popa era tudo ou nada. Dei o jibe assim que montei para ver se conseguia pegar uma rajada diferente dele, mas não deu eele terminou em primerão, eu em sugundão e Mathias bra5 foi quarto, garantindo o terceirão no geral.

Abraços
Paulao bra3333


Paulão em Mendoza, Argentina


01/04/08

Swell em Noronha

Em 2004 e 2005 tivemos os inesquecíveis campeonatos Brasileiro e Sul americano de Formula Windsurfing na paradisíaca ilha de Fernando de Noronha. Ambos os eventos foram um sucesso, com muito sol, vento, regatas pela manhã, turismo à tarde.

Os velejadores chegavam das regatas e desmontavam o equipamento dentro d'água mesmo, aproveitando a facilidade do mar calmíssimo, para evitar a areia no equipamento.

Para relembrar, abaixo a foto da estrutura montada para receber e abrigar os velejadores

E como estava o porto na semana santa!

 

01/04/08

Tempo Wind Car

Renata Munhoz, da Tempo Wind Clube, apresenta a nova cara do Doblô que vai rodar pelas ruas de São Paulo.


01/04/08

Brasileiros dominam a cena em Mendoza

Wilhelm Schurmann, Paulão dos Reis e Mathias Pinheiro foram os velejadores brasileiros que viajaram até Mendoza, na Argentina para disputar a primeira das três etapas previstas do circuito argentino de FW. E os três não deixaram nenhum espaço no pódio para os argentinos.

Após 3 dias de competição com ventos variados (7-22 nós). Schurmann terminou em primeiro lugar, derrotando Paulão, que correu com a prancha do ano passado (Formula 161). Wilhelm começou o campeonato de forma perfeita, vencendo as 3 primeiras regatas. Paulão ameaçou uma reação no último dia, vencendo as duas primeiras regatas e os dois foram para a disputa do título na última regata da competição.

Wilhelm conta como foi a última regata, muita adrenalina na disputa final:

"Na terceira e ultima regata do (último) dia era tudo ou nada para mim e Paulão, já que se ele ganhasse, ficaríamos empatados e ele venceria no critério de desempate, que aqui estava como o vencedor da última regata.

Largamos bem próximos e fomos juntos até o layline da bóia de contra vento. Cambamos junto e ele montou em primeiro, eu em segundo e Sergio e Mathias logo atrás. No popa eu dei o jibe um pouco antes do Paulão e consegui chegar ao limite na bóia. Com isso cheguei mais próximo do Paulão, que montou o popa em primeiro.

No segundo contra vento, Paulão cambou, eu segui uns 10 metros e cambei. O vento começou a diminuir e parecia que estava mto fraco para o lado que estávamos indo. Paulão resolveu cambar e eu arrisquei tudo. Segui no ventinho fraco, torcendo para o vento não cair totalmente. Quando cambei não acreditei, peguei uma rajada da sorte, que me levou direto para a bóia. Montei em primeiro e o Paulão em segundo, seguido do Mathias em terceiro. No popa Paulão arriscou para o outro lado e eu fiz o mesmo para marcá-lo. Fizemos o mini-slalom no final e acabei em primeiro, com Paulão em segundo, Sergio em Terceiro e Mathias em quarto".


Entrevista coletiva: Paulão, o argentino Raul e Wilhelm

 

14/03/08

Severne Glide no teste da Surf

Mais um teste promovido pela revista Surf Magazine. Desta vez as velas analisadas são as velas "de tração". Essas velas são caracterizadas por fazerem a prancha planar mais cedo e, mesmo em condições de vento fraco, tornar a velejada interessante, podendo desenvolver mesma potência e velejar com o mesmo vento de uma vela 1.5 ou até 2 m2 maior.

Na época do teste ainda não tinha sido lançada a Plasma, vela da Gaastra que se encaixa neste grupo. A Severne Glide foi bem superior às outras velas:

"A Severne Glide 7.5 é mais rápida que muitas das suas colegas 8.5 e então consegue aproximar muito a performance, conforto e controle" Revista Surf Magazine, Alemanha

 

07/03/08

Antoine Albeau é o velejador mais rápido do mundo

Apenas 3 dias depois de competir numa condição de vento que ele não constuma andar bem, Antoine Albeau rasgou hoje o canal artificial em St Marie de la Mer, na França com uma prancha de windsurf a 49.09 nós.

O francês que lutava para planar no Calema, terminando “apenas” no terceiro lugar, vestiu o colete de peso e foi pra água para sair como o velejador mais rápido da história.

O recorde é registrado com a velocidade média num percurso de 500 m.

03/03/08

Brasil no calendário internacional da FW

Três etapas internacionais estão previstas para 2008 aqui no Brasil. Entre 15 de outubro e 30 de novembro o calendário de Grand Prix da classe reserva datas para eventos no Rio, São Paulo e Fortaleza.

O circuito internacioal de Formula Windsurfing está assim:

GP1: Sines, Portugal: 23 a 27 de abril (a confirmar)
GP2: Sopot, Polônia: 4 a 7 de junho
GP3: Leba, Polônia: 29 de julho a 4 de agosto (Europeu)
GP4: Rio de Janeiro (Búzios): 15 a 19 de outubro
GP5: São Paulo (Ilhabela): 22 a 26 de outubro
GP6: Fortaleza: 24 a 30 de novembro
Mundial: Portimão, 8 a 14 de setembro

Ainda a confirmar um último GP na Suiça. O calendário 2009 já começa a ser discutido com possíveis eventos em Miami, Argentina, Tailândia e, talvez, Japão e Coréia.

03/03/08

Calema Midwinters 2008

Apenas 4 regatas no Calema 2008, este ano valendo como o Norte Americano de Formula Windsurfing. Uma no primeiro dia e 3 no último, o suficiente para validar o evento.

O título ficou com o argentino Gonzalo Hoevel, que venceu todas as regatas. Jesper Vesterstrom foi o segundo e o campeão mundial 2007, Antoine Albeau foi o terceiro lugar. Wilhelm Schurmann e Gabriel Browne foram os melhores brasileiros, terminando empatados com 16 pontos perdidos, na quinta e sexta colocações. Schurmann terminou na frente pelo critério de desempate (melhor descarte) e, mais uma vez, foi o campeão na categoria Leve.

Os brasileiros foram muito bem entre os masters, com a 1a, 3a e 4a colocações: Matias Pinheiro, Carlos "Anjinho" Isaac e Ricardo Conde. Na categoria Sport só deu Brasil com os garotos Igor, Mateus Isaac e Mateus Amaro.


Fábio Melo, apesar do 2o lugar geral na 4a regata, não completou 2 regatas, comprometendo seu resultado final

20/02/08

Serenity

O velejador Remi Villa filmou com uma câmera no capacete uma velejada com a Starboard Serenity com ventos entre 3 e 6 nós. Clique na foto para assitir ao video.


Tiesda You, projetista da Serenity

No site da Starboard está publicada uma entrevista com Villa:

Apenas para esclarecer, Remi, que velocidade tinha o vento no dia que você estava velejando?
Remi: Eu estava na praia em Naklua, esperando para fazer alguns testes em pranchas Formula, então eu finalmente decidi pegar a Serenity para curtir. O vento estava muito fraco para a Formula, 3 a 6 nós no máximo.

Você já tinha velejado na Serenity antes ou foi a primeira vez?
Remi: Não foi a primeira vez, mas foi primeira com uma câmera.

O que você gosta na Serenity?
Remi: Ela me remete aos velhos tempos com a Lechner. A única diferença é a performance da Serenity no vento fraco e sem volume no bico é muito melhor. A prancha realmente desliza e te dá uma experiência totalmente diferente no windsurf com ventos fracos.

Você vê uma possível abertura para eventos com a Serenity?
Remi: Eu acho que existem muitos lagos com pouco vento no mundo, então existe uma boa oportunidade de se fazer um evento. Boa escolha para Quindao hahahahah

Tem alguma coisa que você gostaria de mudar na Serenity?
Remi: Sim, sempre quero fazer alguma coisa melhor, mas agora nós podemos melhorar a performance apenas trocando a quilha por uma mais mole que vai dar ainda mais lift e estabilidade se a água estiver marolada.

Só mais uma pergunta que eu acho que muitas pessoas estão querendo saber como você fez o video?
Remi: Estou usando uma camera Oregon no meu capacete. Você pode fixá-la em qualquer lugar e, como você pode ver, fazer alguns bons videos curtos.

Mais sobre a Serenity, clique!